10 músicas de sucesso “chiclete” no Carnaval

“a fama é uma senhora muito gorda que não dorme com a gente, mas quando a gente desperta ela está sempre olhando para nós, aos pés da cama.” Gabriel García Márquez

Músicas de sucesso no Carnaval

Com uma lógica de descarte cada vez mais acelerada permanece a dúvida sobre quanto tempo dura o sucesso hoje. O fato de não terem planejado todo esse retorno midiático coloca uma nova questão na mesa: quanto tempo ele vai durar? Uma breve busca pelas músicas cantadas com entusiasmo pelos foliões na última década revela um cenário pouco otimista, afinal de contas, a maioria perdeu espaço. “Todas as culturas do mundo têm esse tipo de música, são os clássicos da fuleragem. ‘Ai Se Eu Te Pego’ é igual ‘Macarena'”, compara o produtor musical Carlos Eduardo Miranda. “Fenômenos populares sempre foram efêmeros porque são consumidos à exaustão e dificilmente chegam ao próximo passo. O que mudou foi que tínhamos artistas de carreira e pouca vendagem convivendo lado a lado com os imediatistas. Não há como haver a sofisticação de outrora com um ensino cada vez mais miserável. Os letristas de hoje são um retrato da educação que tiveram”, completa o DJ Zé Pedro, dono do selo Joia Moderna. Michel Teló, Parangolé, Banda Vingadora, Wesley Safadão, e outros, integram a nossa lista. Confira!

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Hit pra toda vida: 10 artistas marcados por 1 único sucesso

“acabo como começo
canções de fracasso
não fazem mais sucesso” Paulo Leminski

Por vezes a força de uma canção é tanta que ela é suficiente para impulsionar toda uma carreira e chega, inclusive, a acoplar-se ao nome do intérprete. No Brasil, não são raros os compositores que ficaram marcados por um único sucesso. Motivo de orgulho para a maioria, alguns chegam a renegar o fruto da fama e recusam-se a cantar pela nonagésima vez “a mais pedida” nos shows. Mas, via de regra, ela permanece no coração dos fãs mesmo após vários anos.

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10 pérolas musicais de Sidney Miller

“O amor que atenua
O tiro no peito e o sangue na rua
A fome, a doença, não sei mais por que
Que noite, que lua, meu bem, pra quê?” Sidney Miller

Comparado a Chico Buarque no início da carreira, o carioca Sidney Miller é, nos dias atuais, um nome bem menos reconhecido do que seu conterrâneo e contemporâneo. Mas o motivo para os elogios eram justos, tanto que, em 1967, a cantora Nara Leão selecionou quatro canções de Chico e cinco de Miller para compor o álbum “Vento de Maio”. A timidez do compositor falecido aos 35 anos, há quase quatro décadas, é hoje apenas lembrança para os mais próximos. Já a acuidade das letras embebidas em poesia permanece ao dispor de todos.

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10 filmes marcantes com Meryl Streep

“Já fui loura, já fui morena,/já fui Margarida e Beatriz.
Já fui Maria e Madalena./Só não pude ser como quis.
Que mal faz, esta cor fingida/do meu cabelo, e do meu rosto,
se tudo é tinta: o mundo, a vida,/o contentamento, o desgosto?” Cecília Meireles

Meryl Streep é recordista de indicações ao Oscar

Recordista de indicações ao Oscar nas categorias ligadas à atuação, Meryl Streep volta a concorrer em 2018 por seu papel em “The Post: A Guerra Secreta do Jornalismo” e, com isto, passa a ter o nome incensado na Academia pela 21ª vez. Editor-chefe do site “Papo de Cinema”, o crítico de cinema Robledo Milani garante que “quem contesta essas indicações é porque não conhece o trabalho dela”. Aos 68 anos, a atriz acumula mais de 70 longa-metragens no currículo.

“O que mais me chama a atenção é a capacidade dela de não se mostrar Meryl Streep. Cada personagem é um mergulho naquele personagem e uma vontade de desaparecer para dar vazão a uma outra vida. Ela não repete maneirismos, consegue sublimar a persona, o que é também uma demonstração de humildade”, afiança Milani. O crítico elege os momentos mais marcantes da trajetória da atriz norte-americana.

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Análise: Musa, Tônia Carrero preferiu os palcos de teatro

“É isso mesmo! Exatamente! Dar vida a seres vivos, mais vivos que aqueles que respiram e vestem roupas! Menos reais, talvez, porém mais verdadeiros.” Luigi Pirandello

Tônia Carrero faleceu aos 95 anos de idade
Paulo Autran dizia que ela sofria preconceitos pela aparência. O fato de ter sido considerada uma das atrizes brasileiras mais bonitas de todos os tempos pesou, no início da carreira, tanto contra quanto a favor de Tônia Carrero. Como quem abre portas, a primeira impressão provocava, de cara, um encantamento. No entanto, por algum período ela foi questionada quanto ao talento. Autran, justamente o companheiro mais longevo nos palcos de teatro, denunciava a discriminação no meio artístico em relação à possibilidade de conjugar inteligência, sensibilidade e beleza. É compreensível que todas essas qualidades numa só pessoa cheguem a incomodar em um meio tão pautado pela vaidade. Aliás, para Tônia a palavra de ordem era quase seu antônimo: humildade. Engraçado que poucas vezes ela tenha se apagado para dar vazão a uma personagem. Tônia foi uma atriz personalista, e que invocava um estilo.

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