Cinema: Tropa de Elite

Uma reflexão sobre os valores imprimidos no sucesso nacional de bilheteria

Cinema nacional

Diariamente jovens são presos no Morro e estampam a capa de jornais por posse de drogas ou crimes mais ilegais. Morro geográfico, conhecido como favela ou aglomerado, e morro que dá nome à causa.

Jovens que por vezes são estudantes de classe média a alta, cursam Odontologia, outros Gestão Ambiental, e talvez estivessem fazendo alguma pesquisa para a faculdade ligada ás ervas provenientes do seio da Mãe Natureza. Capturados pela Polícia prestam depoimento e são liberados.

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Show: Acir Antão & Sarau Brasileiro

Noite de dança e lembranças enternece corações saudosos

Show História Oral e Musical de Belo Horizonte

A noite começou com atraso. Compensado pelo belo número que estava reservado aos que compareceram ao espaço ‘Centro e Quatro’ para ver e ouvir Acir Antão contar e cantar as histórias de Belo Horizonte. Acompanhado pelo grupo de choro ‘Sarau Brasileiro’, o show que estava programado para as 20h se iniciou às 21h, com a apresentação de um vídeo.

Estrelado pelo radialista farto de boas histórias e causos pontuais que traçaram a linha da nova capital mineira, como ele diz, ‘nascida sob a égide do novo’, em substituição à barroca Ouro Preto, o clima começou a esquentar com mornas passagens de lembranças que bafejam na nuca aquela saudade gostosa.

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Jorge Veiga (Samba)

Samba

Jorge Veiga, o Caricaturista do Samba, nasceu no dia 14 de abril de 1910, no subúrbio do Engenho de Dentro, Rio de Janeiro, e faleceu no dia 29 de junho de 1979. O cantor se tornou famoso por interpretar com voz fanhosa e sorriso fácil, sambas de breque, anedóticos e malandros, que o tornaram a mais perfeita tradução do malandro carioca metido a grã-fino da década de 50.

“Doutor de anedota e de champanhota
Estou acontecendo no Café Soçaite
Só digo a chanté
Muito merci all right
Troquei a luz do dia pela luz da light”

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Sérgio Sampaio (O Rei & o fora da lei)

Trajetórias de Sérgio Sampaio e Roberto Carlos são comparadas

Eu quero é botar meu bloco na rua

As águas de Itapemirim deram ao mundo um Rei e um fora da lei. Um médico e um monstro. Cachoeiro, no masculino, maturou a seleção natural entre aquele que seria quase unânime em agasalhar corações maternos e o que exacerbava feminilidade na postura prática. Pernas cruzadas, cabelos longos e negros como lágrimas ou labirintos, boca embicada à espera de um batom corrosivo vermelho que pintava seu nome nos encartes dos discos: Sérgio Sampaio. O outro prescinde apresentação, Roberto Carlos.

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Dona Ivone Lara (Samba)

Sonho Meu

Dona Ivone Lara. Ah, Dona Ivone Lara, quanta força de menina há no respeito com que te tratam. Pois conquistou essa alcunha brincando, bulindo travessuras, esquentando na xícara de café o leite adormecido da manhã, ao que chamaram essa diversão de samba-enredo, você aceitou, porque não? Afinal contava a história da sua vida, os sonhos, as fantasias, de bonecos que desfilariam nas avenidas do Rio, com toda a elegância imaginada, no coração verde e branco do Império Serrano.

Carnaval
Doce ilusão
Dê-me um pouco de magia
De perfume e fantasia
E também de sedução
Quero sentir nas asas do infinito
Minha imaginação

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