6 orquestras lendárias de Minas Gerais

“Uma música na qual não somos eternos, mas nos tornaremos.” Emil Cioran

Fundada em 1976, a Sinfônica é a mais antiga das orquestras profissionais da cidade. Os ensaios e as apresentações acontecem no Palácio das Artes. Com um currículo invejável, a orquestra se notabilizou nos últimos anos por levar aos palcos óperas inéditas na capital mineira, casos de “Romeu e Julieta” (de Charles Gounod), “Porgy e Bess” (de George Gershwin), “Norma” (de Vincenzo Bellini) e a citada “O Holandês Errante” (de Richard Wagner).

A Filarmônica é a outra grande orquestra do Estado, tanto numericamente quanto no destaque. Regida por Fabio Mechetti desde sua criação, ela superou dificuldades na comemoração de seus dez anos de existência. Durante todo o 2018, a Filarmônica sofreu com a falta de verbas e o atraso de repasses da Secretaria de Cultura. O atual acordo com o governo expira no primeiro semestre de 2019, o que vai exigir um novo edital de seleção.