O Melhor dos Anúncios “Bom Negócio”

“Uma coisa pode ser muito triste para ser crível ou muito má para ser crível ou muito boa para ser crível; mas ela não pode ser tão absurda para ser crível, neste planeta de sapos e elefantes, de crocodilos e peixes-espada.” G. K. Chesterton

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Não é de hoje que a publicidade se vale do humor. Artifício esse muito usado para situações delicadas, constrangedoras, e até enfadonhas. Não representa novidade dizer que o humor é uma das melhores linguagens para chegar até as pessoas. Porquê ao contrário da seriedade, do didatismo e do drama, a forma cômica está imbuída de sutileza. A crítica, por exemplo, a vê com bons olhos, não apenas pelo aspecto de esconderijo, mas pela facilidade de aproximação. Em via de regra, a ironia ofende menos do que o sermão. A embalagem diz tudo. E como esse é o princípio da publicidade, rola solta nas propagandas dos anúncios “Bom Negócio” com Sérgio Mallandro, Compadre Washington e outros.