80 anos de Sylvinha Telles: só começando…

“Domingo
Canto dos passarinhos
Doce que dá para pôr no café” Paulo Leminski

Sylvinha-Telles

Sylvia Telles estava só começando a carreira quando, em 1955, cantou num Teatro, em Copacabana, o samba “Amendoim torradinho”, composição de Augusto Garcez e Ciro de Sousa de intrínseca sensualidade, depois reinventada por Ney Matogrosso. Nessa época ainda não chegava a ser Sylvinha, título que só apareceria em sua discografia em 1962, ainda assim sem o Y. Se mudou de nome muitas vezes na carreira, passando de Silvia a Silvinha e depois Sylvinha, a intérprete manteve ilesas duas características: a leveza e o refinamento. Claro que existem outras, mas cabe aqui eleger tais.