Entrevista: Leny Andrade

“iluminada por luzes roxas dispostas nos cantos, ofuscava os olhos com uma brancura que só podia ser comparada consigo mesma, algo que ultrapassava o desejo e o sonho humanos.” F. Scott Fitzgerald

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Ela se intitula “queridinha dos músicos”. Não por acaso. Como faz questão de ressaltar, além de cantora profissional é formada em piano clássico. Leny Andrade chega aos 70 anos de idade no dia 25 deste mês, com a força e o vigor de quem está só começando. E uma agenda de colocar inveja em qualquer iniciante. Nova York, nos Estados Unidos, Trancoso, na Bahia, e Rio de Janeiro estão no roteiro.

O primeiro voo é para a cidade americana. De 13 a 17 de fevereiro, a intérprete se apresentará no palco do Dizzy’s Club Coca-Cola, acompanhada do “Nilson Matta’s Black Orpheus”, formado por Nilson Matta (baixo), Steve Wilson (saxofone), Klaus Mueller (piano), Alex Kautz (bateria) e Fernando Saci (percussão). O repertório é centrado na peça ‘Orfeu da Conceição’, de Vinicius de Moraes. Da lavra do ‘poetinha’, cujo centenário de nascimento é celebrado este ano, Leny destaca a “paixão por ‘Valsa de Eurídice'”.