Teatro: Suellen Ogando

“Declina o sol,
Levita a d’alva;
Silentes os pássaros
Nos ninhos,
Busco o meu.
E a lua em flor
No alto zênite,
Se assenta
E sorri na noite.” William Blake

Suellen Ogando, talvez você nunca tenha ouvido falar nesse nome, admito o desconhecimento, afinal evidências nem sempre associam fielmente a balança. É que o teatro, e o de Belo Horizonte, não é contemplado com tantos olhos quanto os para os televisores.

Sem afeição de caso ou demérito contrário, todos buscam lugar ao sol, e a peneira é grande, gorda, rechonchuda, quase nunca justa. Porque os que estão no alto, vítimas dos aplausos, não lhes tiro os elogios nem lego culpa. Apenas quero falar de Suellen Ogando.