Show: Jorge Mautner (3ª Mostra de Arte Insensata)

“Haverá lógica em Baco? Em Lewis Carroll? Em Fernando Pessoa?” Rubem Alves

Maracatu Atômico

4 do Kaos, mitologia numérica, os últimos ingressos são nossos. Cera da mariposa fundamental, telha da quebra inicial, pedra da leva filosofal. Entro no “Cento e Quatro”, localizado no redemoinho do furacão de Belo Horizonte, e sou recepcionado por Edy Star, um pouco tanto, alheio, mas ainda assim me fornece a chave da poesia.

Diz-me de Jorge Mautner a trocar a blusa no camarim antes de aparecer no palco com discurso violinístico e o violino discursivo de cara e terística. Pouco permaneço na figura de carimbo vermelho e santo dragão. Vamos juntos conhecer obras artesanais dos loucos, ali estão todos.

“Eu não peço desculpa
 E nem peço perdão
 Não, não é minha culpa
 Essa minha obsessão”